Seu filho está em crise.
Você também precisa
de apoio clínico.
Orientação parental especializada para pais de adolescentes com comportamento suicida e autolesão. Um espaço exclusivo para você aprender a ajudar — sem cometer erros que piorem tudo.
Quando você ama seu filho
mas não sabe mais como chegar nele
Você não está sozinho nessa. E não, você não cometeu um erro irreparável.
Toda conversa vira briga — ou ele simplesmente para de falar
Você encontrou marcas no corpo e não sabe o que dizer
Ele falou em morte e você está com medo de fazer algo errado
Você não sabe o que falar — e o silêncio parece pior do que errar
Sente que perdeu o acesso ao próprio filho e não sabe como recuperar
Quer ajudar mas tem medo de piorar — cada atitude parece errada
Atendimento ágil pelo WhatsApp · Sem formulários
Orientação parental clínica:
um espaço que é só seu
Orientação parental não é terapia de casal. Não é reunião de família. Não é um espaço onde o psicólogo vai julgar como você criou seu filho.
É um espaço clínico exclusivo para você — onde é possível entender o que está acontecendo com seu filho a partir de uma perspectiva especializada, aprender o que dizer (e o que evitar) nos momentos de crise, e reconstruir a sua capacidade de ser uma âncora para ele sem se afogar no processo.
No caso de adolescentes que já estão em atendimento clínico, a orientação parental funciona como um processo paralelo: enquanto o adolescente tem o seu espaço terapêutico, os pais têm o deles. Os dois processos não se misturam — o sigilo do filho é preservado — mas se complementam. A família inteira se fortalece ao mesmo tempo, cada um no seu ritmo e no seu espaço.
Pais que recebem orientação especializada conseguem se aproximar do filho com mais segurança, cometer menos erros nos momentos críticos e criar as condições em casa para que o tratamento do adolescente funcione melhor.
Você não precisa ter todas as respostas. Precisa de um espaço para encontrá-las.
Falar com o psicólogoDo primeiro contato ao processo paralelo
Você entra em contato
Pelo WhatsApp. Pode contar brevemente o que está acontecendo ou só dizer que precisa de ajuda. Nossa equipe alinha os próximos passos rapidamente.
Avaliação da situação
Na primeira sessão de orientação, entendemos juntos o quadro do adolescente, o nível de risco atual e o que os pais já tentaram. Sem julgamento. Com escuta clínica.
Processo paralelo ao atendimento do filho
Se o adolescente ainda não está em atendimento, podemos trabalhar a entrada dele em paralelo. Se já está, a orientação parental complementa o processo — cada um no seu espaço, com sigilo preservado.
Ferramentas para os momentos difíceis
O que dizer quando ele fala em morte. Como reagir ao encontrar marcas. Como criar condições em casa para que o tratamento funcione. Como se aproximar sem acionar defesas. Isso é o que a orientação parental entrega na prática.
O que torna essa orientação diferente
Especialidade real em crise
15 anos de experiência clínica específica com comportamento suicida e autolesão em adolescentes. Não é orientação genérica de parentalidade — é suporte especializado para a situação mais difícil que um pai pode enfrentar.
Espaço exclusivo dos pais
O sigilo do adolescente é absoluto. Os pais têm um espaço próprio, separado — onde podem falar livremente sobre medos, erros e dúvidas sem comprometer o processo terapêutico do filho.
Online para todo o Brasil
As sessões de orientação acontecem por videochamada — você não precisa se deslocar. Especialmente prático para pais que já têm a logística do atendimento do filho para organizar.
Sem julgamento, sem culpa
A orientação parental não é um tribunal sobre como você criou seu filho. É um espaço clínico onde o objetivo é único: te dar ferramentas para ajudar — e para continuar de pé enquanto faz isso.
O que os pais mais perguntam
Não. O atendimento do adolescente é sigiloso — o que acontece na sessão dele não é repassado aos pais. A orientação parental é um processo completamente separado, com sessões próprias. Essa separação é exatamente o que garante que o adolescente possa falar com liberdade no seu atendimento — e que os pais possam falar com liberdade no deles.
Sim. A orientação parental pode começar independentemente — e muitas vezes é exatamente esse o primeiro passo. Quando os pais entendem melhor o que está acontecendo e aprendem a se aproximar de forma diferente, o adolescente frequentemente se torna mais aberto a aceitar ajuda profissional também.
Com calma, sem interrogatório e sem minimizar. Evite frases como "você tem tudo o que precisa" ou "isso vai passar". Perguntar diretamente como ele está sentindo não aumenta o risco — na maioria das vezes, alivia, porque ele percebe que pode falar. A orientação parental trabalha exatamente esse tipo de conversa — como construí-la com segurança clínica.
Sim. As sessões de orientação parental acontecem por videochamada (Google Meet) para pais em qualquer cidade do Brasil. Você só precisa de internet e privacidade durante os 50 minutos. O sigilo e a ética clínica são os mesmos do presencial.
Se há risco imediato — plano concreto, tentativa em andamento ou recusa de se afastar de meios de se machucar — leve ao pronto-socorro ou ligue para o CVV (188) agora. A orientação parental é para o acompanhamento contínuo, não para crises agudas. Em situação de emergência, o pronto-socorro é o caminho certo.